Residência em Infectologia Pediátrica

A Disciplina de Infectologia Pediátrica da UNIFESP oferece residência com 8 vagas (4 para R3 e 4 para R4) que visa à formação do médico pediatra com especialização em Infectologia Pediátrica.

A Residência da Disciplina de Infectologia Pediátrica tem a coordenação da Profa. Daisy Maria Machado e a vice-coordenação da Profa. Maria Isabel de Moraes Pinto.

No primeiro ano, o residente tem suas ATIVIDADES PRÁTICAS nos seguintes estágios:

  1. Ambulatório, com duração de 6 meses, que compreende:
    1. Ambulatório de AIDS Pediátrico
    2. Ambulatório Geral
    3. Ambulatório de Referência para casos de Tuberculose
    4. Ambulatório de Pacientes com Imunodepressão por Neoplasia/Quimioterapia
  2. Treinamento em imunizações no Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais da UNIFESP (CRIE-UNIFESP): 3 meses
  3. Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital São Paulo (CCIH): 1 mês
  4. Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Instituto de Oncologia Pediátrica (IOP/GRAAC): 1 mês
  5. Férias: 1 mês

No segundo ano, os estágios são:

  1. Enfermaria de Infectologia Pediátrica do Hospital São Paulo: 3 meses
  2. Setor de Transplantes de Células-Tronco Hematopoiéticas do Instituto de Oncologia Pediátrica (IOP/GRAAC): 1 mês
  3. Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Instituto de Oncologia Pediátrica (IOP/GRAAC): 1 mês
  4. Ambulatório de Imunologia Clínica da Disciplina de Alergia, Imunologia Clínica e Reumatologia Pediátrica (Departamento de Pediatria): 2 meses
  5. Laboratório Central do HSP/Laboratório do Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo: 1 mês
  6. Treinamento no manejo de acidentes por animais peçonhentos no Hospital Vital Brazil: 1 mês
  7. Instituto de Medicina Tropical de Belém: 1 mês
  8. Estágio opcional: 1 mês
  9. Férias: 1 mês

As ATIVIDADES TEÓRICAS da residência em Infectologia Pediátrica incluem:

  1. Reunião Científica da Disciplina de Infectologia Pediátrica, às 4as feiras, das 8h30 às 10h
  2. Reunião Científica do Departamento de Pediatria, às 3as feiras, das 10h30 às 12h
  3. Oficinas para Residentes, que incluem temas diversos, tais como:
    1. Antimicrobianos
    2. Imunodeficiência primária e infecções
    3. Doença reumatológica e infecções
    4. Infecções por arbovírus
    5. Infecção no paciente internado na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica
    6. Infecção no paciente oncológico
      1. Paciente neutropênico febril
      2. Infecções fúngicas invasivas
      3. Infecção da corrente sanguínea relacionada a cateter venoso central (CVC)
    7. Transmissão vertical da hepatite C
    8. Infecção oculta pelo vírus da hepatite B em adolescentes infectados pelo HIV
    9. Hanseníase
    10. Sepse neonatal
    11. Imunizações: eventos adversos
    12. Eventos adversos neurológicos pós-imunização
    13. Cuidados paliativos
    14. Princípios éticos na rotina do pediatra infectologista
  1. Ao final dos 2 anos, o residente deverá entregar uma monografia. O tema deste trabalho deve ser escolhido no início do primeiro ano. Sob a orientação de um membro da Disciplina, o residente irá escrever o seu projeto de pesquisa, submetê-lo ao Comitê de Ética em Pesquisa, coletar os dados, analisá-los e elaborar a monografia. Espera-se que esta seja uma oportunidade para um treinamento em pesquisa, bem como para que ele adquira habilidade em apresentação em congresso e elaboração e submissão de um artigo para publicação.

Alguns temas das monografias de conclusão de curso

“Avaliação de fibrose hepática em adolescentes e adultos jovens infectados pelo HIV utilizando métodos não invasivos” – Laurene Sayuri Kiyota Sampaio e Silva (2016)

“Meningoencefalite por Mycobacterium avium em paciente pediátrico com provável imunodeficiência” – Alejandra Mariana Hermosilla Gonçalves (2016)

“Prevalência e avaliação das características clínico-laboratoriais do Herpes Zoster em pacientes com HIV/SIDA e com Lúpus Eritematoso Sistêmico” – Adriana Maria Paixão de Sousa da Silva (2016)

“Recuperação microbiológica em infecção da corrente sanguínea associada a cateter venoso central de Longa Permanência Tipo Port-a-Cath” – Fernanda Hammes Varela (2016)